terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Paulo Barros (Carnavalesco da PORTELA)


Paulo Barros
- Carnavaleso da PORTELA -


Ele é um dos divisores de águas do carnaval carioca!  De estilo próprio, é um dos maiores trunfos da PORTELA para mais um desfile que promete!
 
Saiba mais um pouco de Paulo Barros, o carnavalesco portelense que chegou e mudou (para melhor), a concepção do barracão da Azul e Branco de Oswaldo Cruz!

Críticas

"As pessoas adoram falar. Principalmente com a internet, você fica sujeito a qualquer coisa. As pessoas nem te conhecem e falam mal. Mas não ligo. Unanimidade é ruim Quero que falem bem, falem mal. O que é triste é ofensa gratuita".

Característica

"A quantidade de elogios ao meu carnaval é muito maior do que as críticas. As pessoas podem até não entender, mas sabem que é o carnaval do Paulo Barros. Quando comecei com o meu estilo, sabia que poderia dar muito certo ou muito errado, mas tinha que arriscar. Tenho uma tatuagem no corpo em referência ao carro do DNA Humano, que foi um marco do meu carnaval".

Homenagem 

"O carnaval da Portela vai vir para brigar pelo título. E, se eu ganhar este ano, vou fazer uma tatuagem no meu corpo. Acho que a comunidade merece esse troféu, e também quero ele pra mim".

Arrojo

"Dois mil e quatro, apesar de não ter ganhado o carnaval, foi um ano de glória. Foi um ano de chegar, mostrar o trabalho. Sempre quis fazer carnaval para divertir as pessoas, fazê-las levantar da cadeira. Crio pensando em causar isso, mas sei que tenho um pré-julgamento estético, que tudo é muito esquisito. Mas chamar meu carnaval de esquisito é prêmio para mim. Meu carnaval se monta na hora. O carro do DNA Humano sem gente era esquisito, feio".

Perfil

"Algumas pessoas têm medo de mim. Na Mocidade me tratavam como um ser de outro planeta (risos). Mas não tem motivo para isso. Sou um cara comum. Não sorrio à toa. Sou até um pouco tímido, mas não sou metido. Quem me conhece sabe que sou um cara amigo, leal".

Temperamento 

"Essa fama negativa também pode vir de alguns foras que dou. Mas é porque não tenho paciência para pergunta besta de repórter, dou patada mesmo. Uma vez uma jornalista entrou no meu barracão, na Viradouro, e veio me perguntar como era ser carnavalesco da Tijuca. Porra! Aí não dá. Outro veio me perguntar qual era meu enredo. Sério? Ou então o que esperava do meu desfile. Espero que chova, que o carro quebre, que dê tudo errado (risos)".

Terapia

"Adoro varrer o barracão. Quando me veem varrendo o barracão, vêm logo pegar a vassoura de mim. Mando pegar outra para si, que aquele já é minha (risos). Varrer para mim é terapêutico".

Fama 

"Também não tenho paciência para quem não entende o que explico, para a falta de técnica. A gente quando compra uma coisa deve sempre ler o manual de instrução, mas as pessoas ignoram isso. Sou o cara que lê o manual (risos). Mas todos que trabalham comigo, me adoram. Todo dia monto uma mesa de café da manhã na minha sala e vira um entra e sai. É bom porque não preciso ir atrás de ninguém no barracão, aparece todo mundo (risos)".

Trabalho

"Sou viciado em trabalho e tomo tranquilizante para dormir. Acordo pensando em trabalho. Quando não tem carnaval, fico louco porque não tem porra nenhuma para fazer (risos)".

Viajar

"Adoro ir para Miami, daí dizem que sou americanizado. Mas, se tenho um tempo sobrando, arrumo as malas e vou para Orlando, Miami. Vou tanto que quase votei na Hilary (risos). Adoro viajar".

Remuneração

"Falam que ganho mais do que realmente ganho. Sou pago pelo o que faço e pela qualidade do que entrego. Se fosse carnavalesco nos Estados Unidos, estava rico, milionário pela qualidade do espetáculo. Mas adoro ter dinheiro para viajar, comprar o que gosto. Quem sabe não coloco um heliporto na Cidade do Samba? Mas aí o povo morre mesmo (risos)".

A presença de Paulo Barros a frente do Carnaval da PORTELA mostra que a Majestade do Samba quer realmente resgatar o título de campeã que já não vem a muito tempo! 

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