sexta-feira, 20 de julho de 2018

Clara Nunes (por Luzinha Nobre)

CLARA NUNES
por
Lucinha Nobre



A homenagem à Clara Nunes começa a ganhar forma na Majestade do Samba!

Em Madureira, Lucinha Nobre, fez ensaio fotográfico para lembrar a Guerreira Portelense.  O roteiro teve início no quiosque de flores (preferido de Dodô da PORTELA) e terminou na Academia Natalino José do Nascimento (Portelão).

“Quem conhecia Clara chegou a chorar! Foi emocionante demais. Assim como será também carregar a bandeira da escola no ano em que ela homenageia uma de suas maiores representantes", contou a porta-bandeira portelense.

Alexandre Velloso (Homenagens)

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Diogo Nogueira (Brasília)

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quarta-feira, 18 de julho de 2018

PORTELA (Ordem de Desfile 2019)

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Ei, você aí! (PORTELA 1970 - Torcida comemorando o título)

  

Candeia (A Resistência do SAMBA - G1)

Filme documenta resistência de Candeia, bamba do samba carioca morto há 40 anos

Filme documenta resistência de Candeia, bamba do samba carioca morto há 40 anos


O nome de Antonio Candeia Filho (17 de agosto de 1935 – 16 de novembro de 1978) foi resistência. Um dos mais fortes pilares das tradições do samba do Rio de Janeiro (RJ), cidade onde nasceu e onde saiu de cena há 40 anos, o compositor de sambas como Luz da inspiração (1975), Testamento de partideiro (Candeia, 1975), O mar serenou (1975), Preciso me encontrar (1976) e Zé Tambozeiro (Candeia e Vandinho, 1978), entre outros, tem a vida e obra militantes documentadas em mais um filme. 

Dirigido por Luiz Antonio Pilar, artista de engajamento similar ao do sambista que perfila ao longo dos 100 minutos do filme, o inédito documentário Candeia será exibido pelo Canal Curta! na próxima segunda-feira, 16 de julho, às 22h 05m (haverá reprises em 17 e 18 de julho).

O roteiro entrelaça imagens de arquivo com depoimentos de bambas como Arlindo Cruz, Martinho da Vila, Paulinho da Viola e Zeca Pagodinho – todos admiradores da arte e da militância de Candeia.

O filme de Luiz Antonio Pilar entra em cena onze anos após a estreia, em circuitos alternativos, de Eu sou povo! (2007), documentário que também pôs em foco a vida e obra de Candeia, com ênfase na criação do Grêmio Recreativo Arte Negra e Escola de Samba Quilombo, idealizado pelo compositor ativista para manter vivas as tradições afro-brasileiras da cultura nacional e do samba. 

Com 83 minutos, este filme de 2007 – dirigido pelo idealizador Bruno Bacellar com Regina Rocha e Luís Fernando Couto – trouxe depoimentos de Sérgio Cabral, Tantinho da Mangueira e Teresa Cristina (cantora que fez em 2013 show dedicado ao repertório de Candeia), entre outros bambas.

Embora tenha começado a compor na década de 1950, Candeia estreou em disco somente em 1970, incentivado por Paulinho da Viola. Os álbuns Candeia (1970), Seguinte...: raiz (1971), Samba de roda (1975), Luz da inspiração (1977) e Axé! (1978) são títulos fundamentais em qualquer antologia do samba carioca, tendo resistido ao tempo perene de Candeia.